DECIFRE-ME OU DELETE-ME.







Somos, pela maneira de perceber o mundo, seres incompletos. Vivemos buscando desesperadamente a nossa "metade". Às vezes pensamos ter encontrado e o nosso primeiro desejo é ficar junto até que a morte separe. No início da relação com a nossa "outra metade", ali do lado, nos sentimos completos e felizes. Mas muitas vezes, ele resolve ir embora e lá estamos nós partidos, fragmentados. Depois de alguns episódios de fracassos ficamos com a impressão de que algo está errado. Começamos, então, a procurar um relacionamento que não nos deixe tão perdidos ao acabar, porque descobrimos, já não tão surpresos, que sim... Os relacionamentos acabam! É quando percebemos como é difícil conseguir uma relação rica e criativa, inteira, sem dependência. Aí vem a pergunta: o que os homens procuram nas mulheres e as mulheres procuram nos homens? Quantas pessoas não se queixam que o casamento não deu certo, que o namoro não deu certo. Contam que, apesar de terem se dedicado tanto ao outro, de terem amado, cuidado e convivido, de repente a outra pessoa simplesmente deixou de amar. E se queixam dizendo: "Ah, eu investi tanto nessa relação!" É isso que fazemos. Investimos nas relações. Investimos como se fosse um negócio. Agimos como quando colocamos o dinheiro na poupança e esperamos que os juros aumentem para que o investimento cresça! Damos amor, fidelidade, sexo, companheirismo, cumplicidade e, quando o retorno não vem é o caos! O investimento não teve retorno! Ora, nos negócios existe o risco. Pode dar certo ou não. E quando não dá não adianta culpar o mercado ou o corretor. Trata-se apenas de juntar o que sobrou e reinvestir novamente em outras condições ou sair à francesa, retirar-se do mercado por um tempo, para evitar maiores prejuízos! O amor, entretanto, não é um mercado. Amamos para amar ou para ser amados? Para as duas coisas, você diria... Mas, na verdade, a gente só pode se responsabilizar pelo nosso sentimento, nunca pelo do outro. Mas já que amamos e estamos sempre procurando um jeito de misturar a nossa vida com a de alguém, o que se diz nesse momento é: siga em frente e seja feliz. Nunca um adeus dolorido vai ser pior do que um ficar por ficar!

Texto de Clotilde Tavares



Postado por: Bel DAngio às 10h08
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Ah! Como quero...

Quero hoje iniciar um longo caminho onde espero ter mais que idéias, ter vida para executá-las!
Quero minha vida sábia e plena convertendo meus sonhos em realidade.
Quero que as promessas que surjam me pressionem a continuar, sempre...sempre em direção ao que sonhei.
Calei períodos importantes,mas eis que surjo das cinzas trazendo comigo um coração em riso e festa.
Quero viver e aproveitar cada segundo, rompendo a barreira da mágoa e insegurança.
Tomo agora nas mãos a bússola que me guiará de volta à vida.
Ah! Como quero...



Postado por: Bel DAngio às 22h37
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AFINAL, PORQUE ESTAMOS AQUI?

Essa é uma pergunta que já ouvi centenas de vezes, e eu mesmo já a fiz algumas vezes. Acontecem tantas iniquidades que não conseguimos combater, tantas injustiças que não conseguimos reparar (algumas vezes praticadas por nós mesmos), tantos erros que acabam sendo irreparáveis, que chegamos mesmo a questionar para que serve nossa presença, se nada podemos fazer para acertar essas coisas todas. Bem... há que se considerar que temos enormes limitações que não nos permitem resolver certos problemas que fogem de nossa esfera. Então, temos que deixá-los de lado. Ocorre que essas irregularidades afetam nossa vida diretamente. Então, algo temos que fazer, mas não conseguimos. Então nos revoltamos contra esse estado de coisas, com essa nossa limitação, e mais ainda aumenta nossa revolta,  quando percebemos que as pessoas que poderiam resolver o problema, que dispõe de autoridade para tanto, se omitem, escondem-se em suas redomas e deixam que as coisas continuem erradas. Lamentável. Aí nos revoltamos, e por vezes tomamos certas atitudes violentas, que mais ainda irão deteriorar a situação, já que violência gera reações mais violentas ainda. Recebi uma mensagem, com autoria atribuída a Richard Bach, e creio que seja mesmo dele. Vejam: "Para que acreditas que estás neste Planeta?... Estás aqui para aprender o que é o amor!" Bem... isto em parte vem responder àquela pergunta crucial “Por que estamos aqui?” Temos realmente que nos aplicar nessa descoberta, e tratar de aprender o que é o amor. Claro que Bach quis se referir ao Amor pela humanidade, não ao amor carnal homem/mulher, pois esse é instintivo em nós. Essa atração, que forma os casais, as famílias, conhecemos desde que nascemos, por instinto natural. O amor que precisamos aprender a sentir (pois ele existe dentro de todos nós, só é preciso extrai-lo) é aquele amor que nos faz, ao invés de nos revoltar contra as injustiças, procurar ver o que se pode fazer pelas vítimas dessas injustiças. Antes de procurar punir as causas, devemos tentar minimizar os efeitos e depois, sim, procurar uma maneira de ir ao cerne da questão, e tentar consertar a coisa toda. Claro que os autores dos crimes, sejam eles quais forem, devem ser punidos, dentro da justiça e da ordem. Mas esquece-se muito das vítimas. O desejo de vingança, a sede de revanche, muitas vezes não permite que se dê  uma devida atenção às sequelas desses atos violentos. Não vamos chegar a extremos  como a bíblica lição de voltar a outra face, pois somos humanos e temos reações humanas,  mas temos que aprender a usar o lado humanitário e pensar que ações e reações violentas apenas conseguem aumentar o caos. O importante no caso, é tentar desenvolver nosso lado humanitário, procurando dentro de nossas possibilidades ajudar a quem estiver precisando. Seja essa ajuda qual for. Muitas vezes uma palavra bem colocada tem mais valor do que um polpudo cheque. Quantas vidas já foram assim salvas. Existem inúmeras maneiras de desenvolver esse amor que todos temos dentro de nossa alma. Basta que se descubra, basta que estudemos nossa alma e ver como podemos distribuir nosso amor, ao invés de guardá-lo egoisticamente apenas para nosso uso pessoal. Claro que sempre vai representar algum sacrifício para nós. Mas... POR QUE ESTAMOS AQUI?

Para melhor pensar sobre isso, desejo a todos UM LINDO DIA.



Postado por: Bel DAngio às 09h12
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quem sou eu?

Isabel, vulgo Bel, quatro de janeiro, vinte e um anos, capricorniana, baiana, primogênita. Intensa, radical, sorridente e acima de tudo feliz. Pizza, torta de morango, bombom de cereja, sorvete, suco de laranja, unhas escuras, sapatos, make-up, perfumes, uvas, roxo, tatoos, piercing. Oasis, Capital Inicial, Ana Carolina, Scorpions, CBJr., Shakira, Maná, Engenheiros do Hawaii.


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