DECIFRE-ME OU DELETE-ME.







Beija minha boca logo
Para eu não dizer tanta besteira
Não consigo ser certa
Com você por perto
Me olhando
Me investigando
Me provocando
Me decorando
Acaba logo com isso
Me cobre
E des-cobre
De vez

Eu quero ir sem pensar
Minha razão é meu desejo
Que diz: Vá!
Quando eu te vejo rindo,
(lindo!!)
me virando a página
virando o meu avesso.


(Você é meu Paraíso. Meu Purgatório. Meu melhor Inferno.)



Postado por: ★ Eva Brown ★ às 19h13
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Me dê a mão.
Hoje eu quero cometer todos os pecados do mundo!!




Postado por: ★ Eva Brown ★ às 20h29
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...não vejo e não sinto o mundo do jeito que a maioria diz ver e sentir a vida. não acredito na casualidade dos acontecimentos. fico triste e choro com o desamor generalizado. adoro confundir o sistema estabelecido... falido...
amo de tudo um pouco. amo intensamente as pessoas receptivas à mim. tenho muitos medos e poucas culpas. desejo conflitos para a vitória dos meus amigos do peito, dos meus falsos amigos e dos meus inimigos verdadeiros.
só faço o que quero e gosto. só fazem comigo o que permito (dores/e ou amores). só eu posso viver a minha história. tenho orgulho do que sou - instável - e também por não sofrer buscando o eternismo em palavras impossíveis (paz e equilíbrio).

TERRA - Hospital geral - estamos todos em tratamento.

(Márcia Amaral)



Postado por: ★ Eva Brown ★ às 21h42
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Hoje não quero palavras. Quero seu gosto. Seus olhos pesquisando meu decote. Hoje não quero verbo. Quero seu corpo. Suas mãos desfazendo pensamentos. Hoje não quero poesia. Quero você. Vá além do desejo e me descubra.



Postado por: ★ Eva Brown ★ às 14h05
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Todo Amor Que Houver Nessa Vida
(Cazuza/frejat)

Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós dois, na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia

E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente não vive
Transformar o tédio em melodia...
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno anti-monotonia...

E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio
O mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente, não
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria...

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E algum veneno anti-monotonia...



Postado por: ★ Eva Brown ★ às 09h35
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O inocente nunca sobrevive...
o culpado sempre escapa...
o sorridente chora por dentro...
e o que dói nunca é o que realmente te machuca.



Postado por: ★ Eva Brown ★ às 16h28
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"Vamos pensar positivo que essa vida é muito boa" 

Hoje acordei com você na cabeça. Pensei em seu sorriso lindo e mentalmente te mandei um beijo. Recebeu? Acho mágica esta palavra: sincronicidade. Em português mais claro, nada mais é do que estar no lugar certo no momento certo. E você chegou. Na hora exata. No dia exato. Apareceu com seu abraço quente, seu corpo em equilíbrio, sua mente me desafiando a ser. Olhei no calendário de papel em cima da mesa. Nada estava marcado. Mas você sabia. Depois de tanto desencontro, era aquele o nosso dia. O mundo sabia. Zuvuia sabia. A galáxia inteira conspirava: vá! E fomos... Entendemos nossos mundos . Eu, brincando com a magia da vida. Você, transformando a realidade em realização plena. Levei uma rasteira. Palmas para a surpresa! Acordei e você estava ao meu lado. E eu achei lindo. Você e suas histórias de mil mundos. Sua curiosidade que não acaba mais. Seu cheiro, seu carinho, um olhar que tudo sabe e tudo quer. Fiquei ali. Sentada. Eu e minha poesia. Nós duas - cúmplices de um só coração - de repente ficamos mudas. Sua vida era a minha poesia. Assim. Rápido. Como se o mundo inteiro se abrisse na minha frente. Me encantei. E te escrevi no meu corpo. Com símbolos de civilizações perdidas, nos achamos. Me achei. Era eu. E um novo começo.

Paz é o Caminho. Amor é a Resposta.

Um feliz re-começo para todos!

Ps: sinto sua falta!

Será que te encontrarei hoje?
Saudades de teus beijos, carinho e olhares profundo.



Postado por: ★ Eva Brown ★ às 16h49
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À você, dedico o começo da idéia.
À você, dedico a primeira vez.
À você, dedico olhares infantis e letras tortas.
À você dedico minutos inteiros e abraços no travesseiro.
À você dedico a melhor parte de mim.
Estou em branco.
Coloca aqui: nome, número e turma.
Coloca uma etiqueta.
Quer?
Cola em mim.
Escreva em mim.
Sou caderno. Novo em folha.
Pronta para uma história nova.
Quer?
Me encapa, cola Contact em mim.
Me joga dentro da sua mochila.
Me leva!
E te rabisca pra eu me ver.
Me rabisca pra você se ver.
Somos matéria.

(Matéria, espírito e coração).


Quer prova?



Postado por: ★ Eva Brown ★ às 14h46
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"MEU BEM, ESTIVESSE DIA CLARO E EU PUDESSE ESPIAR A COR DOS SEUS OLHOS"...


Guimarães Rosa escreveu: "Viver é um descuido prosseguido". Sigo à risca. Me descuido e vou... Quebro a cara. Quebro o coração. Tropeço em mim. Me atolo nos cinco sentidos. Viver não é perigoso? Então, com sua licença! Não tenho medo. Nasci assim. Descuidada. Encantada pela vida. "O sertão é dentro da gente". Ah, como não? Aqui tudo é perdido. Tudo é achado. Somos ferro e fogo. Perigo nunca falta! Sertão é igual coração. Se quiser, que venha armado! Tudo é igual. Aqui se vive. Aqui se morre. Dentro e fora da gente. Confusão demais em grande demasiado sossego.

(Li Grandes Sertões Veredas esses dias. Uma Diadorim tomou conta de mim. Arre, Deus! "Sorte é isso: merecer e ter".)

Ps: Durmi com o gosto de seu beijo e o cheiro de ser perfume. Algum problema?



Postado por: ★ Eva Brown ★ às 08h59
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Não o importa o sentimento. O que importa é sentir. Traduzir o coração em palavras e não deixá-las na boca, pedindo para sair. Mesmo loucas, estas palavras estão vivas. Mostram o que sou. O que vivi. Uma streap-tease da alma, com todas as particularidades que isso possa vir a mostrar. Afinal, vida é para ser vivida. E depois traduzida. Para eternizar com palavras a fugacidade do coração. Esse blog é para todos que deixaram meu coração na boca e decoraram meus dias com a poesia de suas vidas. Aqui eu vou escrever minhas poesias. Meus desabafos. Textos lindos de autores que eu amo. As trilhas sonoras que embalam nossas vidas. Delícias do dia a dia. E, é claro, futilidades emocionais.

P.s: Estou muito feliz! Passei no vestibular (farmácia) em São Paulo.
Ju, melhoras pra ti. Deus está contigo. Te amo!
Quem não sabe, Ju é minha tia e está muito doente.



Postado por: ★ Eva Brown ★ às 10h54
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Dizem que as "primeiras vezes" a gente nunca esquece. No meu caso, posso dizer que é verdade. Nunca esqueci o primeiro beijo. O primeiro porre. A primeira "vez". O primeiro sutiã. O segundo sutiã pós-silicone. Nunca esqueci na verdade as segundas, terceiras e décimas vezes com cara de primeira (porque muitas tiveram gosto de novidade). De surpresa. Cheiro de descobrimento. Sei que minha vida parece um disco arranhado. Escrevo palavras como falta de tempo, saudades, cansaço. Me desculpem. Não quero soar repetitiva. Meu coração bate forte e não sei como fazê-lo parar. Mudanças surgem sem hora marcada e eu penso: será que existe hora certa? Mas relógios não falam. A vida não tem manual. Viver é tentar achar um equilíbrio entre intuição e razão. (Haja trabalho para acertar!) Mas sigo assim. Tropeçando. Rindo de mim. Vou fazer 18 anos e me sinto como uma criança. Uma criança que gosta de bombons de morango, chora no meio da rua e acredita em alminhas bonitas. Uma criança que acredita bem lá no fundo que "um céu estrelado vale a dor do mundo". Amém Adélia Prado! Descobri esses últimos dias que poesia vem do grego "poiesis", que significa fazer ou fabricar. Tudo o que coloco dentro da minha casa tem um pedaço de mim. De alguém que gosto muito. De uma história que ficou registrada. Poesia é usar aquela toalha que sua tia te deu com todo amor do mundo. Fazer um café gostoso no fogão que tem a temperatura do carinho da Beta. Poesia é qualquer casa. Qualquer lugar. Que transmita sentimento e consiga tocar em alguma parte do que temos de mais precioso: o coração.

Ps: Não estou grávida. Não estou namorando. Não estou sofrendo. Estou de cabelo novo. Estou mais feliz que nunca. Estou sem tempo e isso é a unica coisa que me dá nó no coração. Estou ouvindo Chico Buarque e beijando na boca de quem eu quero e não estou nem aí para o que falam de mim. Estou mais tranquila e mais animada agora



Postado por: ★ Eva Brown ★ às 12h30
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Você quer resolver meus problemas
Para me resolver dentro de você
Não temos nenhuma resposta
A vida não tem manual
Mesmo quando estou longe
É o seu nome que segue minhas ruas
Em dias em que não estou só.

Eu já fiquei com seu gosto
O sol da sua casa tem a cor diferente
Você acredita em amor eterno
Em corações partidos e dores sem fim
Mas amar é só o começo do dia.

Você pensa em mim toda hora
Em fotos, músicas, gatos subindo em telhados
Minha vida anda tão boa
Eu ando tão cheia de mim
Que possa deixar tudo assim
E achar que sou feliz à toa.

Você não se encontra e vive
Personagens para preencher o vazio
Mas o mundo dá tantas voltas
Ventilador de teto te traz de volta
Ao mesmo começo
Ao mesmo fim

O mesmo vento

Agora eu entendo.

(Será?)



Postado por: ★ Eva Brown ★ às 22h39
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A FITA MÉTRICA DO AMOR
(Martha Medeiros)


Como se mede uma pessoa?
Os tamanhos variam conforme o grau de envolvimento.
Ela é enorme pra você quando fala do que leu e viveu, quando trata você com carinho e respeito, quando olha nos olhos e sorri destravado.
É pequena pra você quando só pensa em si mesmo, quando se comporta de uma maneira pouco gentil, quando fracassa justamente no momento em que teria que demonstrar o que há de mais importante entre duas pessoas: a amizade.
Uma pessoa é gigante pra você quando se interessa pela sua vida, quando busca alternativas para o seu crescimento, quando sonha junto.
É pequena quando desvia do assunto.
Uma pessoa é grande quando perdoa, quando compreende, quando se coloca no lugar do outro, quando age não de acordo com o que esperam dela, mas de acordo com o que espera de si mesma.
Uma pessoa é pequena quando se deixa reger por comportamentos e clichês.
Uma mesma pessoa pode aparentar grandeza ou miudeza dentro de um relacionamento, pode crescer ou decrescer num espaço de poucas semanas: será ela que mudou ou será que o amor é traiçoeiro nas suas medições?
Uma decepção pode diminuir o tamanho de um amor que parecia ser grande.
Uma ausência pode aumentar o tamanho de um amor que parecia ser ínfimo.
É difícil conviver com esta elasticidade: as pessoas se agigantam e se encolhem aos nossos olhos.
Nosso julgamento é feito não através de centímetros e metros, mas de ações e reações, de expectativas e frustrações.
Uma pessoa é única ao estender a mão, e ao recolhê-la inesperadamente, se torna mais uma.
O egoísmo unifica os insignificantes.
Não é a altura, nem o peso, nem os músculos que tornam uma pessoa grande. É a sua sensibilidade sem tamanho.



Postado por: ★ Eva Brown ★ às 11h16
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Hoje senti uma liberdade daquelas que fazem cosquinha no nariz. Sabe?
Uma vontade de abraçar o mundo. Confessar meus defeitos. Conhecer pessoas novas. Me ver em outros olhos. Sentir cheiros. Novos cheiros (existe alguma coisa melhor que um cheiro bom?)
Hoje eu recebi um presente que meninas boas recebem quando cometem poucos pecados. É meu bônus do amor. Você acredita? Eu também não. Seja como for, minha vida está começando de novo.

E como todo começo é em branco...
Hoje eu começo um novo capítulo!

**Obrigado, por me ligar. Mesmo assim (nesse estado - bêbado) eu te atendi e falei td que devia**

"Pros erros há perdão,
pros fracassos,chances.
Pros amores impossíveis,tempo.
De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance
Não deixe que a saudade sufoque,que a rotina acomode,que o medo impeça de
tentar..."




Postado por: ★ Eva Brown ★ às 22h12
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Quanto tempo faz? Não sei. Não me importa se passaram milênios, décadas, anos, horas, segundos. Não me importa se estou em outubro ou novembro, se chove ou se faz sol. O passado e o futuro não me interessam. Eu não uso relógio, eu não sei a hora certa. Só sei que hoje acordei e pensei em você. O tempo me pareceu vago. Não sei se você existe. Não sei se você se inventou e apareceu sorrindo na minha sala pequena e alguma hora eu vou acordar e você irá sumir. Like a Dream. Mas eu não quero acordar. Não agora. Quero continuar te olhando. Olhando esses olhos lindos. Olhos que me olham e não prometem. Eu não quero promessas. Promessas criam expectativas e expectativas borram maquiagens e comprimem estômagos. Não, não e não. Eu não quero dor. Eu não quero olhar no espelho e ver você escorrer, manchando minha cara bonita. Eu quero me enganar e te amar. Até acordar.

(De mim.)



Postado por: ★ Eva Brown ★ às 14h24
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"Desculpem, mas devo dizer: eu quero o delírio".

Eu não quero ser uma pessoa normal, vivendo uma vida normal, só pra inglês ver. Eu quero meus defeitos. Meus efeitos. Quero tudo e quero mais. Eu não ligo se o ano acabou, minha fé balançou e as pessoas estão pensando em árvore de natal e festa de ano-novo. Já chegou o final de dezembro? Não. Então, me desculpa. Leva os enfeites natalinos de volta pro armário, pára de procurar lentilha no supermercado, devolva sua passagem pra aquela viagem que você nem sabe onde é. Viva um dia de cada vez, respire, esqueça... Esqueça do Papai Noel suado no shopping center, das sete ondinhas que você nunca pula, esqueça sua certeza de que " ano que vem vai ser melhor". É estranho, eu sei. Mas certeza a gente tem que ter hoje. Do agora. Sou da turma do improviso. Por isso, não me pergunte. Eu nunca sei o que vou sentir daqui a 5 minutos, 2 meses, um ano. Sinceramente, não sei. E se sei, minto. Eu não vivo o futuro. Eu não sei que caminhos seguirei, que pessoas amarei, quantos gatos terei. Eu só sei o que quero. O que devo. NOW. Eu nasci assim: conheço o fim e improviso o meio. Falta de juízo? Não sei. Preciso sentir antes de pensar. Só depois ajo. E vivo como vive quem planeja: bato a cabeça do mesmo jeito. Arrisco. Machuco. Sangro. Costuro. Me reconstruo. Igual fiz nos últimos 10 meses. Porque verdade seja dita: cada um vive de um jeito. Mas que 2005 foi esse? Ou melhor: que ano está sendo esse? A idéia foi me partir ao meio? Dividir o mundo ao meio? Me arrancar o coração? Roubar minha esperança? Enxergar em cada rosto um ponto de desespero? Se o plano era esse, pessoal aí de cima, coloca um "A" aqui. Bota um parabéns e me dá uma estrelinha. Eu preciso, eu mereço! (Eu e todos nós). Preciso porque me arrisquei. Mereço porque me ferrei. E me ferrei porque quis. Resultado? Aprendi. Ponto pra mim! Quanto maior o grau de dificuldade, maior o prêmio. Não é assim? Eu acho, está escrito em algum lugar, não me pergunte onde. E o prêmio não é ganhar um bônus por decepções digeridas nem coragens reforçadas, com uma viagem de ida e volta com acompanhante para a Polinésia Francesa. O prêmio é olhar pra dentro e - mesmo com toda dor, mágoa, tristeza, falta de rumo e prumo - se reconstruir, se aceitar e ter orgulho de quem você é.

(A gente tem o que precisa, não o que quer.
Por isso, " Um inesquecível AGORA!")



Postado por: ★ Eva Brown ★ às 12h53
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quem sou eu?

Isabel, vulgo Bel, quatro de janeiro, vinte e um anos, capricorniana, baiana, primogênita. Intensa, radical, sorridente e acima de tudo feliz. Pizza, torta de morango, bombom de cereja, sorvete, suco de laranja, unhas escuras, sapatos, make-up, perfumes, uvas, roxo, tatoos, piercing. Oasis, Capital Inicial, Ana Carolina, Scorpions, CBJr., Shakira, Maná, Engenheiros do Hawaii.


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