DECIFRE-ME OU DELETE-ME.







Princípio do Vácuo

Você tem o hábito de juntar objetos inúteis acreditando que um dia vai precisar deles? Você tem o hábito de juntar dinheiro só para não gastá-lo, pois no futuro acha que vai fazer falta? Você tem o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outros tipos de equipamentos que já não usa há muito tempo? E dentro de você? Você tem o hábito de guardar mágoas, ressentimentos, raivas e medos? Não faça isso. É preciso criar um espaço, um vazio, para que as coisas novas cheguem a sua vida. É preciso eliminar o que é inútil e dar espaço para que venha a prosperidade. É a força desse vazio que vai absorver e atrair tudo o que você deseja. Enquanto você estiver material ou emocionalmente carregado de coisas velhas e inúteis, não haverá espaço aberto para novas oportunidades. Os bens precisam circular. Limpe as gavetas, os guarda-roupas, o quartinho lá do fundo, a garagem. Dê o que você não usa mais. A atitude de guardar um monte de coisas inúteis amarra sua vida. Não são os objetos guardados que emperram, mas o significado da atitude de guardar. Quando se guarda, considera-se a possibilidade da falta, da carência. É acreditar que amanhã poderá faltar e você não terá meios de prover suas necessidades. Com essa postura, você está enviando 2 mensagens para o seu cérebro e para a vida. Primeira mensagem: você não confia no amanhã. Segunda mensagem: você acredita que o novo e o melhor não são para você, já que se contenta em guardar coisas velhas e inúteis. Desfaça-se do que perdeu a cor e o brilho e deixe entrar o novo em sua casa e dentro de você!

 




Postado por: Bel DAngio às 11h20
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De repente tudo desaba. O amor vai mal, o trabalho pior, a geladeira quebra na mesma semana em que aparece a goteira, o pagamento atrasa, o carro enguiça, o filho fica de recuperação, o corpo adoece, a tristeza vem. Aí a gente pensa: será que o mundo virou do avesso? Eu prefiro pensar que não. Porque as dores passam, as coisas se consertam, os amores vão e vêm, as crises se resolvem. Perder a calma, arrancar os cabelos, chorar, maldizer a vida, não resolve nada. Mas tudo bem: no momento da raiva - mas só por um segundo - a gente pode extravasar, gritar, pra não ter um infarto. Eu aprendi que o tempo é um mestre na arte de refazer as coisas. Ele nos dá ferramentas precisas pra remodelar, recolorir, reconstruir a vida. Só o tempo nos dá a chance de ver que tudo é questão de tempo. Por isso, está em nossas mãos montar tudo de volta. Com calma. Porque nada se desfaz à toa. Coisas novas precisam ser erguidas. Mãos à obra, então! Use o tempo a seu favor, vá devagar. Os caquinhos de um mundo desabado podem servir de base pra um mundo totalmente novo, e até mais forte. Olha bem lá na frente. Olha quanto tempo pra colocar as coisas em ordem. Não tem jeito, o mundo desaba de vez em quando. Mas você não tem que desabar junto. Sendo assim, quando você olhar em volta e ver que tudo já está no chão, o segredo é se manter de pé!

 

 

Lena Gino.



Postado por: Bel DAngio às 10h08
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Perda

Dói, né? Sensação estranha a tal da perda. A gente perde e parece que tudo esvazia por dentro. Com o espaço que sobra, fica difícil rearrumar as coisas que saíram do lugar. Perder dinheiro, namorado, oportunidades. Perder a energia, o tempo. Perder o encontro. Perder é sempre frustrante mesmo. Mas essas coisas, a gente recupera de um jeito ou de outro. Agora, perder gente que se ama. Ah, isso é difícil entender como funciona. Aceitar a perda de alguém muito próximo é tarefa complicada. Esse tipo de perda abre mesmo um buraco no coração, que não tem pessoa certa que preencha. Mas, o tempo é poderoso e se impõe sempre. O tempo leva a gente pra frente ao encontro de outras perdas e de muitos ganhos também. E quando a gente se dá conta, o que sobra é a memória. A bendita memória que nunca apaga a importância de quem foi embora, aí o que era dor vira saudade. Perdas fazem a gente crescer. Fazem a gente ver o quanto somos pequeninos diante das coisas que não dá mesmo pra mudar. Eu até gostaria de dizer um texto bonito que ajudasse as pessoas que estão vivendo uma perda neste momento. Mas eu já perdi também. E sei que palavra nenhuma faz efeito. Então eu desejo apenas que você seja forte. E que tenha tempo pra ver o tempo passar. E ficar curado logo dessa dor.

Lena Gino.



Postado por: Bel DAngio às 11h08
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Não sou boa com números. Com frases-feitas. E com morais de história. Gosto do que me tira o fôlego. Venero o improvável. Almejo o quase impossível. Meu coração é livre, mesmo amando tanto. Tenho um ritmo que me complica. Uma vontade que não passa. Uma palavra que nunca dorme. Quer um bom desafio? Experimente gostar de mim. Não sou fácil. Não coleciono inimigos. Quase nunca estou pra ninguém. Mudo de humor conforme a lua. Me irrito fácil. Me desinteresso à toa. Tenho o desassossego dentro da bolsa. E um par de asas que nunca deixo. Às vezes, quando é tarde da noite, eu viajo. E - sem saber - busco respostas que não encontro aqui. Ontem, eu perdi um sonho. E acordei chorando, logo eu que adoro sorrir... Mas não tem nada, não. Bonito mesmo é essa coisa da vida: um dia, quando menos se espera, a gente se supera. E chega mais perto de ser quem - na verdade - a gente é.



Postado por: Bel DAngio às 16h22
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quem sou eu?

Isabel, vulgo Bel, quatro de janeiro, vinte e poucos anos, capricorniana, baiana, primogênita. Intensa, radical, sorridente e acima de tudo feliz. Pizza, torta de morango, bombom de cereja, sorvete, suco de laranja, unhas escuras, sapatos, make-up, perfumes, uvas, roxo, tatoos, piercing. Oasis, Capital Inicial, Ana Carolina, Scorpions, CBJr., Shakira, Maná, Engenheiros do Hawaii.


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